quinta-feira, 6 de março de 2014
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Aula prática - APLF 1.1.
Está disponível nos guias APL FÍS o breve guia para o trabalho laboratorial absorção de radiação (1.1.)
Fica aqui também o tutorial para Excel que vimos em aulas anteriores:
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Fusão Nuclear
Boas notícias chegam do Laboratório Lawrence Livermore na Califórnia, Estados Unidos da América: pela primeira fez foi possível fazer uma ração de fusão nuclear com saldo energético positivo, o que é um bom passo no sentido de se encarar a fusão nuclear como uma possibilidade de produção energética viável e próxima.
Neste microreator (hohlraum) localizado em instalações militares
utilizaram-se o deutério e trítio numa técnica de fusão designada por CONFINAMENTO INERCIAL, diferente do Confinamento Magnético do ITER a que a União Europeia está associada.
No confinamento inercial são utilizados feixes laser.
Notícia completa
Fotos_Laboratório LL e Science & Technologie
A afirmação das energias renováveis
Os números da produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis em Portugal tem sido uma das grandes notícias para amenizar o desconforto do mau tempo.
Em 2013 os números já haviam sido muito bons:
58% ENERGIAS RENOVÁVEIS
37% COMBUSTÍVEIS FÓSSEIS
5% IMPORTAÇÃO
Em janeiro de 2014 os números são impressionantes: 91% da energia elétrica foi produzida por uma via renovável.
Ver notícia do Público
Ver relatório da APREN
Em termos nacionais, segundo a APREN, o aumento de produto de energia elétrica, fundamentalmente pela via hídrica e eólica, permitiu ao país a poupança de cerca de 850 milhões de euros.
Boas notícias por isso.
Há que trabalhar, de futuro do ponto de vista tecnológico, nas possibilidades de armazenamento da energia elétrica que permita uma melhor versatilidade nas eólicas.
Foto_Raquel Esperança (Público)
Gráfico_Público
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Efeito de Tyndall
Observámos o fenómeno de dispersão da luz após termos preparado um solução coloidal (APL 2.1., sessão 3).
O Marco filmou e deixo-vos agora o link sobre a parte final da experiência.
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Temperaturas
Vídeo animado da NASA sobre as temperaturas da Terra, zona a zona, a uma determinada altitude e pressão. Como poderão ver a informação não é tão linear como, muitas vezes, nos habituamos a recebê-la.
Fonte: NASA (National Aeronautics and Space Administration)
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
Europa verde
O espaço da União Europeia (UE) tem sido, ao longo da sua existência enquanto comunidade, um espaço de responsabilidade aos mais diversos níveis. A paz que ela providenciou na Europa - e que este ano se lembra a propósito dos cem anos do início da I Grande Guerra Mundial - é frequentemente esquecida por questões menores e por ideias que, procurando a popularidade interna, utilizam a UE como bode expiatório para males próprios.
Ao nível do ambiente a UE é, de longe, o espaço mais confiável e cumpridor das metas estabelecidas. Na passada semana a UE estabeleceu, após intensas negociações, as suas metas para 2030 no que diz respeito ao clima e às políticas energéticas, depois de em 2007 o ter feito para 2020.
Independentemente das críticas, sempre passíveis de serem feitas e muitas vezes desejáveis para melhor compreensão de todos, estabeleceram-se os seguintes princípios:
● 40% de redução das emissões de CO2, no espaço da UE em 2030, face aos valores registados em 1990 (habitual ano de referência).
- ao ritmo de redução atual só se atingiriam os 28%;
- os 15 Estados-Membros que se comprometeram com uma redução de 8% até 2012 conseguiram uma redução de 12,2%.
● 27% do consumo global de energia em 2030 deve ser de origem renovável.
- atualmente a UE está nos 13% tendo-se comprometido, até 2010, uma taxa de 20% de energia de fontes renováveis;
- Portugal defendeu 40% em linha com os nossos esforços (em 2011 tínhamos 25% e poderemos, sem grande dificuldade, atingir os 31% em 2020):
- Da energia elétrica consumida em Portugal (uma parte da energia total) quase 60% tem origem em fontes renováveis 2013).
Na eficiência energética não foi possível conseguir nenhum compromisso entre os Estados Membros, estabelecendo-se apenas metas não vinculativas (para 2020 o objetivo é o de aumentar 20% da eficiência energética face a 1990), o que é sempre de lamentar.
Fontes:
Fotos:
Oliver Hoslet (EPA) e Yves Herman (Reuters)
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